Deputado Eli Borges critica desfile que exaltou Lula e criticou conservadores na tribuna da Câmara

O deputado federal Eli Borges (PL-TO) criticou, nesta terça-feira (24), na tribuna da Câmara dos Deputados, o desfile da Acadêmicos de Niterói no carnaval do Rio de Janeiro. O parlamentar, que é pastor da Assembleia de Deus, associou a apresentação a ataques contra valores religiosos e familiares.

Ao comentar o resultado da escola, que ficou na última colocação, ele afirmou: “o que aconteceu com os acadêmicos do Rio de Janeiro, a escola de samba, que ficou em último lugar, talvez por provocar, indevidamente, o Brasil, em que a imensa maioria conservadora, desrespeitar frontalmente o seguimento religioso, quer seja católico, quer seja evangélico”.

O deputado também declarou que houve “desrespeitar a família tradicional que nós conhecemos como a família judaico-patriarcal, que tem nos seus valores e na sua construção a visão futura na formação do caráter do ser humano dentro dos princípios bíblicos”.

Durante o discurso, ele rebateu críticas feitas ao país e disse: “Eu tenho dito, presidente, que falam que no Brasil tem homofobia. Aliás, a esquerda vive dizendo isso. Mas esta não é a verdade. A verdade é que no Brasil tem muito mais bibliofobia, igrejofobia, cristofobia. É isso que tem no Brasil”.

Na sequência, acrescentou: “São ataques de baixo calão, são ataques de desrespeito profundo, como se a esquerda, que apoia isso fica em silêncio, não compreende que eles também vieram da família judaico-patriarcal”.

O parlamentar ainda citou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou: “Talvez respondendo Sua Excelência o Lula que diz assim, nós temos que nos aproximar dos evangélicos naquele vozeirão rouco que ele tem”.

Sobre o posicionamento político das igrejas, declarou: “Ora, me perguntaram se nós somos um partido político. Eu disse não, nós somos uma igreja que tem valores, tem princípios, tem postura e como igreja nós ficamos do lado daqueles que defendem a vida, defende a liberdade, defende a família e nos opomos a estas aberrações que fazem em nome de uma tal de cultura que destrói valores de uma sociedade em que a maioria”.

Ao final, questionou o uso de recursos públicos e possíveis implicações legais. “E o dinheiro que foi gasto lá, quem vai explicar isso? Pode? Propaganda antecipada, pode? Promover personagens com dinheiro público, pode? Agora eu quero ver como é que a justiça brasileira vai se posicionar.”

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